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O agora

Por vezes dou por mim com vontade de escrever, de desabafar por aqui, mas o medo apodera-se de mim e tenho medo do julgamento, do que as outras pessoas vão pensar ou interpretar daquilo que escrevo, mas é apenas uma vontade de desabafar, apenas escrever palavras que para mim fazem sentido, porque eu tenho a necessidade de escrever para perceber tudo o que vai na minha cabeça. Eu escrevo para mim, para mais ninguém, não são “indirectas”, nem recados, são apenas devaneios psicológicos e necessários para a minha sanidade mental. Em tempos, eu não me importava quando era julgada, apenas deixava passar e ignorava, porque era o que me fazia bem, pois as pessoas julgam quem é diferente, quando têm algum problema consigo próprias, reflectem nos outros as suas inseguranças e eu vivia bem com isso, não afectava-me. Agora, afecta-me, faz-me tropeçar durante a subida do poço, o qual que eu ainda estou a tentar sair, estou frágil psicologicamente, não sou uma pessoa “forte” neste momento, porque uma pessoa não pode ser “forte” a vida toda. Eu admito que preciso de ajuda, preciso de apoio e preciso de quem me queira ajudar a chegar ao cimo do poço, eu preciso de apoio psicológico, porque este problema está a destruir-me, pois cada julgamento que fazem afecta-me tanto como uma facada, é isso mesmo o que sinto, cada palavra, uma facada, cada facada, um tropeção em direcção à escuridão. E eu não quero viver nesta escuridão para sempre, eu quero ver a luz, sentir esperança e fé num futuro melhor, lutar pelos meus sonhos e ser feliz, é apenas isso o que eu quero. Não julguem as pessoas que estão na escuridão, que têm alguma doença psicológica, não as coloquem ainda mais em baixo, elas não precisam disso… elas apenas precisam de compreensão e ajuda. Não são pessoas “fracas”, são apenas pessoas como todos nós, como eu, que tenho muitas razões para desistir, mas que tenho mais razões para lutar, por isso, eu vou me curar!

Retratos da nossa filha felina, a Nix

Apresento a Nix, a nossa filha felina, que ensinou-nos muito sobre confiança, paciência e amor. Ela faz parte da nossa família há dois anos e meio e eu confesso que ela é uma grande fonte de inspiração para mim, todos os dias olho para ela e penso na sorte que tenho em ter um ser tão puro que demonstra perfeitamente o que sente por nós, muito amor. Somos, no verdadeiro sentido da palavra, uma família e vejo-a como se fosse da mesma espécie que eu, não é um animal no sentido pejorativo que muitos lhe dão, é um ser vivo, que pode não falar a mesma linguagem, mas que nos percebe só com o olhar, que depende de mim para ter uma vida digna, que sente tudo igual a nós, que recebe e que dá Amor! É esta a palavra-chave “Amor”, quem tem uma família multiespécie sabe do que estou a falar.

E sou muito grata de poder registar estes momentos em família ou apenas dela, são memórias que ficam guardadas para sempre e quem não gosta disso? Porque o nosso Mundo tem cada dia mais famílias constituídas por variadas espécies e o amor permanece inquebrável, famílias multiespécie são uma equipa em que o amor ultrapassa todos os desafios diários! E nós, a família Treze Mundos, queremos eternizar os momentos familiares com a nossa arte fotográfica.

  • A Família Treze Mundos:
    • Catarina (Fotógrafa & Mãe);
    • Nelson (Web developer & Pai);
    • Nix (Filha Felina & Inspiração).
  • Disponibilizamos serviços de Fotografia de Retrato Animal & Fotografia de Famílias Multiespécie.
  • Qualquer questão envie-nos uma mensagem pelo formulário de contacto ou pelas nossas redes sociais.

Sejam Felizes ♥

Dublin, Irlanda

Se há um sentimento que nasceu comigo é o desejo de viajar, wanderlust, porque desde que me lembro, sempre sonhei em conhecer sítios novos, sempre quis viajar muito, dentro e fora do meu país, e tive a sorte de os meus pais me proporcionarem viagens desde muito nova e desde aí o “bichinho” para viajar nunca mais adormeceu… A última foi a Dublin, com o N., a primeira experiência internacional dele, à cidade onde é produzido o whiskey favorito dele (agora o meu também, a Irlanda ensinou-me a apreciar este néctar dos Deuses) e a nossa cerveja de eleição, mas foram muitas as razões que nos levaram a querer viajar para Dublin e confesso que já tenho saudades desta cidade que, por norma, acorda nublada, mas que nos brindou com maravilhosos dias de sol. Obrigada Dublin, voltaremos com certeza. Espero que apreciem as fotografias que registei por lá, publiquei muitas mais no meu InstagramSláinte!

Sejam Felizes ♥

Noite de Tomar

Qualquer cidade durante a noite tem outro encanto e Tomar não é excepção, eu gosto muito de fotografar durante o anoitecer, é um desafio enorme, mas o resultado é tão gratificante, a luz altera completamente o sentimento da fotografia. Confesso que apaixonei-me por Tomar, é uma cidade lindíssima e tão acolhedora, foi uma experiência de viagem espectacular. A Tomar irei voltar, com certeza!

Sejam Felizes ♥